Domingo, 7 de Agosto de 2016

Depois de casa assaltada, trancas à porta

E porra para isto tudo, mas é bem verdade.


Ontem ao voltar a casa, ao introduzir a chave na fechadura, vi logo que havia algo errado.

E havia mesmo.

Luzes acesas por todo o lado, armários abertos, roupa espalhada pelo chão, gavetas abertas e remexidas, o meu quarto... nossa. Tudo pelo chão, baralhado, pisado, mexido. A primeira reacção foi, claro, de chamar a polícia. 'E não toque em nada, minha senhora'. Pois sim. Só que a primeira coisa que te apetece fazer é arrumar, fazer desaparecer os traços do que me fizeram.  Enfim, 20 minutos depois chegou uma patrulha. Foram simpáticos, compreensivos. Vão enviar a polícia técnica cá a casa (nossa, vou ter o CSI em minha casa!!), mas tenho cá comigo que isso não vai dar em nada. Eles só estão a fazer o trabalho deles... e no final de contas só roubaram uma mala e algumas jóias, não é grande espiga.

Mas... e este sentimento de ter sido violada? Quem vai tratar disso? Este sentimento de não me sentir em segurança, mesmo na minha casa, no meu quarto?


O François (que felizmente estava comigo), foi logo comprar tranca nova. E la tratou de pôr uma nova, com segurança xpto e mais o raios que os partam (os ladrões, não o François), enquanto eu arrumava e limpava tudo.

E agora que tudo voltou ao "normal"?

Não sei.

No meio disto tudo, ainda bem que os meninos estavam nos avós e não testemunharam nada disto. No meio disto tudo, ainda bem que arrombaram a minha porta quando eu não estava em casa. No meu disto tudo, ainda bem que foram só algumas jóias (em particular, claro, o meu anel de noivado e o de casamento). E mesmo que não dê grande importância às coisas que me roubaram, dou importância ao acontecimento em si. Mostrou-me que não fui suficientemente cuidadosa. E que posso fazer mais para me proteger. E a questão do 'o que farei se alguém me atacar' deixou de ser hipotética.

Depois de casa assaltada, trancas à porta... mas não só.

voado por Sem Asas às 07:39
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