Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

este blog, como a sua magnífica dona, vai passar a ter dupla nacionalidade

Pois é, já estou em França há quase 10 anos (nossa!!!)

Decidi pedir a nacionalidade francesa, já que sendo portuguesa posso ter as duas ao mesmo tempo.

Sim, França e Portugal são tu cá, tu lá, mesmo depois do resultado do euro 2016.

 

Recebi a cartinha logo antes das eleições que me dizia que depois de muitas peripécias, tinha obtido a nacionalidade!!

Este meu blog é como eu, e portanto, aqui estou eu a decidir que sim senhor, o meu blog tem a mesma nacionalidade que eu, isto é luso-francesa (nossa, o quanto eu gosto destas palavras!)

 

 

Portanto, por cá haverá posts em português e em francês, depende de como me der na telha. E de quando em quando, haverá quiça, posts em inglês, ou em italiano - língua que eu ando a aprender. Muito internacional!!

voado por Sem Asas às 13:46
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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

o ritual da manhã

Esta manhã, como tento fazer a cada manhã, estava tranquila na minha varanda, a beber a minha taça de agua quente, quando me deu vontade de cantar.

Como é o meu momento para mim, claro que cantei.

Ee foi ai, que a meio do meu cantico -magnifico - que dei com o meu vizinho que me espiava do canto do olho.

quero lá saber, continuei.

Ele, para bem acordar e começar o seu dia, estava a fumar um cigarro.

 

Moral da história: cada um sabe de si mesmo e do que lhe convém!

voado por Sem Asas às 07:32
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Terça-feira, 25 de Abril de 2017

Não devia ter feito isto, mas até que foi engraçado

Hoje, tive um teste com a minha classe de 9° ano.

Isto quer dizer que tive duas horas inteirinhas sem nada para fazer, a não ser estar atenta para ver se se as minhas alunas não copiavam.

 

 

A ideia de ver 'The Meaning of Life' dos Monty Python antes de ir trabalhar, deixa-me perplexa.

é que tive a musica 'every sperm is sacred' na minha cabeça durante o tempo que durou o teste. duas horas portanto.

'tá bonito!

 

(adenda, para o deleite das vossas orelhas. e para não ter paz de espirito durante algum tempo.)

voado por Sem Asas às 20:06
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

De férias, de novo

Férias é coisa para lá de espectacular. é tempo de ver amigos, fazer as coisas que mais gostamos, estar com quem mais gostamos. Descobrir novos lugares , novos paladares e novos prazeres. Ou voltar às raizes, a um dos lugares que te viu crescer e perceber que afinal, tudo correu bem. Tudo o que aconteceu, os desafios, as catástrofes, as amizades criadas e os encontros feitos, tudo por uma razão e um sentido. E perceber que a felicidade, aquela que é tão verdadeira que só existe dentro de ti, sempre ali esteve e estará. não depende de ninguém, da situação, do lugar onde estás. Só de ti.

voado por Sem Asas às 20:26
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Domingo, 9 de Abril de 2017

"Às vezes o amor não acaba, mas a paciência chega ao fim" - by Marcel Camargo

Encontrei este texto num dos meus devaneios pela net e é tão verdade que me arrepia e só me apetece partilhar aqui. Até poderia ter escrito este texto eu mesma, num dia de inspiração e com muito tempo nas mãos (e litros de lagrimas), mas Marcel Cardoso adiantou-se-me.  Ora entao aqui vai:

 

‘’Encontrar o amor não é assim tão dificil, se comparado à árdua tarefa que consiste em mantermos acesa a chama afectiva que nos mantém junto de quem amamos. Após encontrarmos o nosso amor, existe um longo caminho a ser percorrido, para que os sentimentos se fortaleçam e tornem a jornada conjunta repleta de cumplicidade e admiração mútua.

As pessoas vêm de universos diferentes, passaram por vivências próprias, sobreviveram a tempestades únicas e, de repente, precisam confrontar tudo o que são com alguém de fora, precisam tentar harmonizar perspectivas na maioria das vezes dissonantes e distantes, em favor da necessidade de amarem e serem amadas. A paixão chega, arrebata e lança-nos ao encontro de um outro mundo, no qual mergulharemos às cegas, a fim de saciarmos a fome de amor que é tão nossa.

A convivência diária não é fácil, uma vez que o tempo nos mostra e nos desnuda em tudo o que somos, da mesma forma que nos traz as verdades acerca de quem está ali ao nosso lado, mesmo aquelas verdades que nos incomodam. Infelizmente, poucos são os que estão dispostos a arriscar, a sair da sua zona de conforto, a refletir sobre o que eles mesmos e os outros têm feito da vida de modo a poder melhorá-la.

Quem não está disposto a entregar-se totalmente ao outro, tal como o amor requer, acabará fatalmente por dedicar ao outro o mínimo de si mesmo, condenando-o a um vazio solitário provocado por uma presença incompleta. Quem não se entrega totalmente ao amor não abrirá mão de nada, não ouvirá os sussuros da pessoa que se encontra ali ao lado, não olhará fundo nos seus olhos, não sentirá as acelerações do coração que pulsa ali pertinho, não responderá aos desejos, não tocará a pele, não dará enfim, a devida importância a quem esteve sempre a seu lado.

E ninguém há-de suportar indefinidamente o desprezo, a indiferença, a agressividade silenciosa e a companhia vazia de quem um dia lhe prometera amar pelo resto da vida. O amor não aceita falta de respeito, não sobrevive de passado, muito menos se alimenta de esperanças unilaterais e de correspondência nula. Só amor, somente amar, apenas as lembranças daquilo que um dia já foi mas agora não é mais, nada disso será capaz de manter duas pessoas juntas. Porque o amor é paciente, sim, mas tem o limite exato da dignidade que nos sobra ao fim do dia. Nada mais do que isso.’’

Texto de Marcel Camargo

Tirado daqui 

voado por Sem Asas às 18:14
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Domingo, 2 de Abril de 2017

Sonho

Flutuo docemente ao som da música que está no ar, bato as asas e percebo que sou um pássaro, voo pelos ares, tenho uma visão linda de todo o jardim encantado… vejo o rio lá em baixo que corre enquanto murmura baixinho histórias de encantar; aproximo-me suavemente e dou um mergulho na água! Sou um golfinho, nado e salto como quem dança, sempre ao som dessa música que agora está na água, que viaja nos raios de sol que aquecem e iluminam, que está nas estrelas que brilham de noite. Salto e brinco, sigo a corrente do rio que me leva até ao mar. Mais um salto e agora apetece-me voar! Sou uma borboleta, vejo-me reflectida na água enquanto voo pelo céu, cumprimento as nuvens, as flores e os frutos. Bato as asas brilhantes e olho para baixo. Uma mulher dá à luz uma criança que abre os olhos e ri em vez de chorar – é um mundo maravilhoso que a acolhe… eu sou essa criança! Sinto o prazer e o conforto do seio da minha mãe, sei que ela me ama e esse amor é tudo para mim no mundo! Cresço, começo a andar e encontro umas escadas. Lá em cima está o meu Mestre que me chama e me dá a certeza de ser amparada. Quero subir as escadas, quero ir ter com Ele. “Espero por ti, minha filha.” Então aí percebo que consigo subir, degrau a degrau… mas as escadas começam a aumentar cada vez mais. Não faz mal, eu sei que Ele está lá em cima, à espera, sempre à espera. Vou subindo, umas vezes mais rápida, outras vezes mais lenta! Subtilmente, as escadas vão alargando e todos s meus amigos estão lá também, a subir as escadas. Sento-me num degrau e penso “Quem sou?” Será importante? O importante, decido, é continuar a subir… por isso levanto-me… e continuo.

voado por Sem Asas às 10:01
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